Esta é a pequena lista de Deputados Federal e Senadores que respondem processos na Justiça!!! Esperamos que com o Ficha Limpa fiquemos livres de uma vez!!!
Basta você querer!!!
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Esta é a pequena lista de Deputados Federal e Senadores que respondem processos na Justiça!!! Esperamos que com o Ficha Limpa fiquemos livres de uma vez!!!
Basta você querer!!!
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Quase todos os trabalhadores brasileiros ganhavam menos de dois salários mínimos em 2009, segundo levantamento do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) divulgado nesta sexta-feira (18).
O Sistema de Acompanhamento de Salários, que considera 635 pisos salariais vigentes, mostrou que 94,3% dos brasileiros recebiam até R$ 900. O salário mínimo da época era de R$ 465 – atualmente, o valor subiu para R$ 510. A maior parte dos brasileiros, 25,2%, recebia entre R$ 465 e R$ 500 no ano passado.
Apenas 5,7% dos trabalhadores ganhavam mais de R$ 900 em 2009, sendo que os que ganhavam até R$ 1.000 representavam 1,9% do total. O recorte aponta que apenas 0,8% do total de pisos salariais abordados são maiores que R$ 1.600.
Piso por região
A maior média salarial das categorias pesquisadas está no Sudeste, com R$ 643,41. Na segunda posição está o Sul, com R$ 590,95, seguido de perto do Centro-Oeste, com R$ 589,53. A média nacional ficou na casa dos R$ 605,71.
O Dieese informa ainda que, “na comparação com o valor do salário mínimo oficial, a imensa maioria dos pisos salariais apresenta valores bastante próximos a este”.
- Em 2009, cerca de 6% dos pisos analisados possuíam o mesmo valor do salário mínimo, e 57% valiam entre 1,01 e 1,25 salários mínimos.
Com isso, o Dieese constatou que “se por um lado é possível destacar o bom desempenho da negociação dos pisos salariais em 2009 - no que diz respeito, especificamente, aos reajustes –, por outro, chama atenção o fato de que os valores dos pisos ainda são fortemente referenciados pelo salário mínimo”.
O levantamento do Dieese considera categorias profissionais da indústria, do comércio, dos serviços e de atividades ligadas ao meio rural. A região Sudeste responde por 43,1% (274 no total) das categorias avaliadas, seguida da região Sul com 160 categorias. Já os trabalhadores se concentram na indústria, com participação de 48,6% do total, e serviços, com 29,6%
Fonte: www.r7.com
Nota Kalango: Apesar do valor ser muito baixo ainda, pelo que tenho visto a realidade não é bem essa, começando por Minas Gerais, indo ao centro oeste, nordeste e norte, pois se a maioria da população estivesse recebendo isso já seria maravilhoso, mas a miséria reina para a maioria nesses estados!!! Só podemos então entender que esse levantamento é mentiroso e tem finalidade eleitoreira, pois sai a poucos dias do início de campanha!!! Não posso negar que o Brasil tem se tornado grande, mas um pais rico, não significa que sua população está sendo bem assistida, que não há problemas sociais, e é isso que estão tentando nos enfiar goela abaixo!!!
O governo sul-africano criou uma região especial para abrigar moradores das ruas da Cidade do Cabo durante a Copa do Mundo. Mas os "Blikkiesdorp", acampamentos temporários levantados pelo Estado, são alvos de severas críticas de seus habitantes, que comparam o local a campos de concentração. A informação é do jornal Mail and Guardian.
Os "Blikkiesdorp" foram criados em 2008 para retirar os mendigos da capital sul-africana e alocá-los a quilômetros de distância do centro da cidade. Foram levantadas cerca de 1,5 mil moradias com eletricidade e banheiros coletivos, mas a paisagem assusta: os campos são cercados por grades.
Mohammed Ali, que vive em uma das residências dos "Blikkiesdorp" com as duas filhas, comparou o local aos campos de concentração criados pelo regime nazista de Adolph Hitler. Segundo ele, a intenção do governo é "limpar a paisagem" das estradas para os turistas.
O governo sul-africano gastou bilhões de rands a fim de preparar o país para a Copa do Mundo de 2010, e as despesas também foram criticadas. Beverley Jacobs, líder da comunidade, questiona por que o Estado não usou o dinheiro para construir casas.
Enquanto as crianças que residem nos Blikkiesdorp jogam futebol em um campo de terra na região, a Copa do Mundo tem seu pontapé inicial nesta sexta. A primeira partida do torneio será realizada entre a anfitriã África do Sul e México, em Johannesburgo, no Soccer City.
Reportagem Terra.
Nota Kalango: Independentemente do Brasil estar jogando, o que eu acho que não deveria!!! Não vamos compartilhar dessa vergonha, não vamos fechar os olhos para os nossos irmãos menos favorecidos da África!!!
Será o fim de alguns políticos que usam certos partidos como trampolim e também de certos partidos que vendem sua legenda???
A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado aprovou com ressalvas nesta quarta-feira um projeto de lei que exige três anos de filiação a um mesmo partido para qualquer candidato a cargo eletivo, além de prever imediata perda de mandato para quem deixar a legenda com o qual foi eleito. Segundo a Agência Senado, o projeto de lei 289/05 deve ser votado em Plenário.
Quando apresentou o projeto, em 2005, o senador Aloizio Mercadante (PT-SP) afirmou que tais medidas "obedecem à lógica do fortalecimento do quadro partidário do País". Ele disse que esse quadro, "frouxo e inconsistente, com número excessivo de agremiações políticas, dificulta a governabilidade e confunde o eleitor".
Mercadante argumentou ainda, no texto da proposição, que "o voto é, na realidade, uma espécie de condomínio entre o parlamentar e o partido que o elegeu, portanto, o troca-troca de partidos desrespeita, acima de tudo, a vontade do eleitor e representa, na realidade, uma espécie de fraude eleitoral".
Baseando-se em decisão do Tribunal Superior Eleitoral sobre "troca-troca" e perda de mandato, o relator da proposição, senador Demóstenes Torres (DEM-GO), acrescentou algumas ressalvas às medidas propostas por Mercadante. De acordo com tais ressalvas, o candidato não terá de respeitar o prazo de três anos nem perderá o mandato quando mudar de sigla por causa de incorporação ou fusão de partido, da criação de novo partido ou da mudança substancial ou desvio reiterado do programa partidário ou grave discriminação pessoal que torne impossível a convivência partidária, "assim reconhecido pela Justiça Eleitoral".
Em seu relatório, Demóstenes defendeu a aprovação do texto - com as modificações que introduziu - e observou que "o Poder Judiciário tem antecipado, em decisões sobre a matéria, posição que deveria ser do Legislativo".