sexta-feira, 1 de outubro de 2010

NOSSO PAIS NÃO QUER MAIS ISSO!!! FORA PSDB!!!

OS CASOS DE ESCÂNDALOS DO GOVERNO PSDB!!!

1 - Conivência com a corrupção

O governo do PSDB tem sido conivente com a corrupção. Um dos primeiros gestos de FHC ao assumir a Presidência, em 1995, foi extinguir, por decreto, a Comissão Especial de Investigação, instituída no governo Itamar Franco e composta por representantes da sociedade civil, que tinha como objetivo combater a corrupção. Em 2001, para impedir a instalação da CPI da Corrupção, FHC criou a Controladoria-Geral da União, órgão que se especializou em abafar denúncias.

2 - O escândalo do Sivam

O contrato para execução do projeto Sivam foi marcado por escândalos. A empresa Esca, associada à norte-americana Raytheon, e responsável pelo gerenciamento do projeto, foi extinta por fraudes contra a Previdência. Denúncias de tráfico de influência derrubaram o embaixador Júlio César dos Santos e o ministro da Aeronáutica, Brigadeiro Mauro Gandra.

3 - A farra do Proer

O Proer demonstrou, já em 1996, como seriam as relações do governo FHC com o sistema financeiro. Para FHC, o custo do programa ao Tesouro Nacional foi de 1% do PIB. Para os ex-presidentes do BC, Gustavo Loyola e Gustavo Franco, atingiu 3% do PIB. Mas para economistas da Cepal, os gastos chegaram a 12,3% do PIB, ou R$ 111,3 bilhões, incluindo a recapitalização do Banco do Brasil, da CEF e o socorro aos bancos estaduais.

4 - Caixa-dois de campanhas

As campanhas de FHC em 1994 e em 1998 teriam se beneficiado de um esquema de caixa-dois. Em 1994, pelo menos R$ 5 milhões não apareceram na prestação de contas entregue ao TSE. Em 1998, teriam passado pela contabilidade paralela R$ 10,1 milhões.

5 - Propina na privatização

A privatização do sistema Telebrás e da Vale do Rio Doce foi marcada pela suspeição. Ricardo Sérgio de Oliveira, ex-caixa de campanha de FHC e do senador José Serra e ex-diretor da Área Internacional do Banco do Brasil, é acusado de pedir propina de R$ 15 milhões para obter apoio dos fundos de pensão ao consórcio do empresário Benjamin Steinbruch, que levou a Vale, e de ter cobrado R$ 90 milhões para ajudar na montagem do consórcio Telemar.

6 - A emenda da reeleição

O instituto da reeleição foi obtido por FHC a preços altos. Gravações revelaram que os deputados Ronivon Santiago e João Maia, do PFL do Acre, ganharam R$ 200 mil para votar a favor do projeto. Os deputados foram expulsos do partido e renunciaram aos mandatos. Outros três deputados acusados de vender o voto, Chicão Brígido, Osmir Lima e Zila Bezerra, foram absolvidos pelo plenário da Câmara.

7 - Grampos telefônicos

Conversas gravadas de forma ilegal foram um capítulo à parte no governo FHC. Durante a privatização do sistema Telebrás, grampos no BNDES flagraram conversas de Luiz Carlos Mendonça de Barros, então ministro das Comunicações, e André Lara Resende, então presidente do BNDES, articulando o apoio da Previ para beneficiar o consórcio do banco Opportunity, que tinha como um dos donos o economista Pérsio Arida, amigo de Mendonça de Barros e de Lara Resende. Até FHC entrou na história, autorizando o uso de seu nome para pressionar o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil.

8 - TRT paulista

A construção da sede do TRT paulista representou um desvio de R$ 169 milhões aos cofres públicos. A CPI do Judiciário contribuiu para levar o juiz Nicolau dos Santos Neto, ex-presidente do Tribunal, para a cadeia e para cassar o mandato do Senador Luiz Estevão (PMDB-DF), dois dos principais envolvidos no caso.

9 - Os ralos do DNER

O DNER foi o principal foco de corrupção no governo de FHC. Seu último avanço em matéria de tecnologia da propina atende pelo nome de precatórios. A manobra consiste em furar a fila para o pagamento desses títulos. Estima-se que os beneficiados pela fraude pagavam 25% do valor dos precatórios para a quadrilha que comandava o esquema. O órgão acabou sendo extinto pelo governo.

10 - O "caladão"

O Brasil calou no início de julho de 1999 quando o governo FHC implementou o novo sistema de Discagem Direta a Distância (DDD). Uma pane geral deixou os telefones mudos. As empresas que provocaram o caos no sistema haviam sido recém-privatizadas. O "caladão" provocou prejuízo aos consumidores, às empresas e ao próprio governo. Ficou tudo por isso mesmo.

11 - Desvalorização do real

FHC se reelegeu em 1998 com um discurso que pregava "ou eu ou o caos". Segurou a quase paridade entre o real e o dólar até passar o pleito. Vencida a eleição, teve de desvalorizar a moeda. Há indícios de vazamento de informações do Banco Central. O deputado Aloizio Mercadante, do PT, divulgou lista com o nome dos 24 bancos que lucraram muito com a mudança cambial e outros quatro que registraram movimentação especulativa suspeita às vésperas do anúncio das medidas.

12 - O caso Marka/FonteCindam

Durante a desvalorização do real, os bancos Marka e FonteCindam foram socorridos pelo Banco Central com R$ 1,6 bilhão. O pretexto é que a quebra desses bancos criaria risco sistêmico para a economia. Chico Lopes, ex-presidente do BC, e Salvatore Cacciola, ex-dono do Banco Marka, estiveram presos, ainda que por um pequeno lapso de tempo. Cacciola retornou à sua Itália natal, onde vive tranqüilo.

13 - Base de Alcântara

O governo FHC enfrenta resistências para aprovar o acordo de cooperação internacional que permite aos Estados Unidos usarem a Base de Lançamentos Espaciais de Alcântara (MA). Os termos do acordo são lesivos aos interesses nacionais. Exemplos: áreas de depósitos de material americano serão interditadas a autoridades brasileiras. O acesso brasileiro a novas tecnologias fica bloqueado e o acordo determina ainda com que países o Brasil pode se relacionar nessa área. Diante disso, o PT apresentou emendas ao tratado – todas acatadas na Comissão de Relações Exteriores da Câmara.

14 - Biopirataria oficial

Antigamente, os exploradores levavam nosso ouro e pedras preciosas. Hoje, levam nosso patrimônio genético. O governo FHC teve de rever o contrato escandaloso assinado entre a Bioamazônia e a Novartis, que possibilitaria a coleta e transferência de 10 mil microorganismos diferentes e o envio de cepas para o exterior, por 4 milhões de dólares. Sem direito ao recebimento de royalties. Como um único fungo pode render bilhões de dólares aos laboratórios farmacêuticos, o contrato não fazia sentido. Apenas oficializava a biopirataria.

15 - O fiasco dos 500 anos

As festividades dos 500 anos de descobrimento do Brasil, sob coordenação do ex-ministro do Esporte e Turismo, Rafael Greca (PFL-PR), se transformaram num fiasco monumental. Índios e sem-terra apanharam da polícia quando tentaram entrar em Porto Seguro (BA), palco das comemorações. O filho do presidente, Paulo Henrique Cardoso, é um dos denunciados pelo Ministério Público de participação no episódio de superfaturamento da construção do estande brasileiro na Feira de Hannover, em 2000.

16 - Eduardo Jorge, um personagem suspeito

Eduardo Jorge Caldas, ex-secretário-geral da Presidência, é um dos personagens mais sombrios que freqüentou o Palácio do Planalto na era FHC. Suspeita-se que ele tenha se envolvido no esquema de liberação de verbas para o TRT paulista e em superfaturamento no Serpro, de montar o caixa-dois para a reeleição de FHC, de ter feito lobby para empresas de informática, e de manipular recursos dos fundos de pensão nas privatizações. Também teria tentado impedir a falência da Encol.

17 - Drible na reforma tributária

O PT participou de um acordo, do qual faziam parte todas as bancadas com representação no Congresso Nacional, em torno de uma reforma tributária destinada a tornar o sistema mais justo, progressivo e simples. A bancada petista apoiou o substitutivo do relator do projeto na Comissão Especial de Reforma Tributária, deputado Mussa Demes (PFL-PI). Mas o ministro da Fazenda, Pedro Malan, e o Palácio do Planalto impediram a tramitação.

18 - Rombo transamazônico na Sudam

O rombo causado pelo festival de fraudes transamazônicas na Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia, a Sudam, no período de 1994 a 1999, ultrapassa R$ 2 bilhões. As denúncias de desvios de recursos na Sudam levaram o ex-presidente do Senado, Jader Barbalho (PMDB-PA) a renunciar ao mandato. Ao invés de acabar com a corrupção que imperava na Sudam e colocar os culpados na cadeia, o presidente Fernando Henrique Cardoso resolveu extinguir o órgão. O PT ajuizou ação de inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal contra a providência do governo.

19 - Os desvios na Sudene

Foram apurados desvios de R$ 1,4 bilhão em 653 projetos da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste, a Sudene. A fraude consistia na emissão de notas fiscais frias para a comprovação de que os recursos recebidos do Fundo de Investimentos do Nordeste (Finor) foram aplicados. Como no caso da Sudam, FHC decidiu extinguir o órgão. O PT também questionou a decisão no Supremo Tribunal Federal.

20 - Calote no Fundef

O governo FHC desrespeita a lei que criou o Fundef. Em 2002, o valor mínimo deveria ser de R$ 655,08 por aluno/ano de 1ª a 4ª séries e de R$ 688,67 por aluno/ano da 5ª a 8ª séries do ensino fundamental e da educação especial. Mas os valores estabelecidos ficaram abaixo: R$ 418,00 e R$ 438,90, respectivamente. O calote aos estados mais pobres soma R$ 11,1 bilhões desde 1998.

21 - Abuso de MPs

Enquanto senador, FHC combatia com veemência o abuso nas edições e reedições de Medidas Provisórias por parte José Sarney e Fernando Collor. Os dois juntos editaram e reeditaram 298 MPs. Como presidente, FHC cedeu à tentação autoritária. Editou e reeditou, em seus dois mandatos, 5.491medidas. O PT participou ativamente das negociações que resultaram na aprovação de emenda constitucional que limita o uso de MPs.

22 - Acidentes na Petrobras

Por problemas de gestão e falta de investimentos, a Petrobras protagonizou uma série de acidentes ambientais no governo FHC que viraram notícia no Brasil e no mundo. A estatal foi responsável pelos maiores desastres ambientais ocorridos no País nos últimos anos. Provocou, entre outros, um grande vazamento de óleo na Baía de Guanabara, no Rio, outro no Rio Iguaçu, no Paraná. Uma das maiores plataformas da empresa, a P-36, afundou na Bacia de Campos, causando a morte de 11 trabalhadores. A Petrobras também ganhou manchetes com os acidentes de trabalho em suas plataformas e refinarias que ceifaram a vida de centenas de empregados.

23 - Apoio a Fujimori

O presidente FHC apoiou o terceiro mandato consecutivo do corrupto ditador peruano Alberto Fujimori, um sujeito que nunca deu valor à democracia e que fugiu do País para não viver os restos de seus dias na cadeia. Não bastasse isso, concedeu a Fujimori a medalha da Ordem do Cruzeiro do Sul, o principal título honorário brasileiro. O Senado, numa atitude correta, acatou sugestão apresentada pelo senador Roberto Requião (PMDB-PR) e cassou a homenagem.

24 - Desmatamento na Amazônia

Por meio de decretos e medidas provisórias, o governo FHC desmontou a legislação ambiental existente no País. As mudanças na legislação ambiental debilitaram a proteção às florestas e ao cerrado e fizeram crescer o desmatamento e a exploração descontrolada de madeiras na Amazônia. Houve aumento dos focos de queimadas. A Lei de Crimes Ambientais foi modificada para pior.

25 – Os computadores do FUST

A idéia de equipar todas as escolas públicas de ensino médio com 290 mil computadores se transformou numa grande negociata. Os recursos para a compra viriam do Fundo de Universalização das Telecomunicações, o Fust. Mas o governo ignorou a Lei de Licitações, a 8.666. Além disso, fez megacontrato com a Microsoft, que teria, com o Windows, o monopólio do sistema operacional das máquinas, quando há softwares que poderiam ser usados gratuitamente. A Justiça e o Tribunal de Contas da União suspenderam o edital de compra e a negociata está suspensa.

26 - Arapongagem

O governo FHC montou uma verdadeira rede de espionagem para vasculhar a vida de seus adversários e monitorar os passos dos movimentos sociais. Essa máquina de destruir reputações é constituída por ex-agentes do antigo SNI ou por empresas de fachada. Os arapongas tucanos sabiam da invasão dos sem-terra à propriedade do presidente em Buritis, em março deste ano, e o governo nada fez para evitar a operação. Eles foram responsáveis também pela espionagem contra Roseana Sarney.

27 - O esquema do FAT

A Fundação Teotônio Vilela, presidida pelo ex-presidente do PSDB, senador alagoano Teotônio Vilela, e que tinha como conselheiro o presidente FHC, foi acusada de envolvimento em desvios de R$ 4,5 milhões do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). Descobriu-se que boa parte do dinheiro, que deveria ser usado para treinamento de 54 mil trabalhadores do Distrito Federal, sumiu. As fraudes no financiamento de programas de formação profissional ocorreram em 17 unidades da federação e estão sob investigação do Tribunal de Contas da União (TCU) e do Ministério Público.

28 - Mudanças na CLT

A maioria governista na Câmara dos Deputados aprovou, contra o voto da bancada do PT, projeto que flexibiliza a CLT, ameaçando direitos consagrados dos trabalhadores, como férias, décimo terceiro e licença maternidade. O projeto esvazia o poder de negociação dos sindicatos. No Senado, o governo FHC não teve forças para levar adiante essa medida anti-social.

29 - Obras irregulares

Um levantamento do Tribunal de Contas da União, feito em 2001, indicou a existência de 121 obras federais com indícios de irregularidades graves. A maioria dessas obras pertence a órgãos como o extinto DNER, os ministérios da Integração Nacional e dos Transportes e o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas. Uma dessas obras, a hidrelétrica de Serra da Mesa, interior de Goiás, deveria ter custado 1,3 bilhão de dólares. Consumiu o dobro.

30 - Explosão da dívida pública

Quando FHC assumiu a Presidência da República, em janeiro de 1995, a dívida pública interna e externa somava R$ 153,4 bilhões. Entretanto, a política de juros altos de seu governo, que pratica as maiores taxas do planeta, elevou essa dívida para R$ 684,6 bilhões em abril de 2002, um aumento de 346%. Hoje, a dívida já equivale a preocupantes 54,5% do PIB.

31 - Avanço da dengue

A omissão do Ministério da Saúde é apontada como principal causa da epidemia de dengue no Rio de Janeiro. O ex-ministro José Serra demitiu seis mil mata-mosquitos contratados para eliminar focos do mosquito Aedes Aegypti. Em 2001, o Ministério da Saúde gastou R$ 81,3 milhões em propaganda e apenas R$ 3 milhões em campanhas educativas de combate à dengue. Resultado: de janeiro a maio de 2002, só o estado do Rio registrou 207.521 casos de dengue, levando 63 pessoas à morte.

32 – Verbas do BNDES

Além de vender o patrimônio público a preço de banana, o governo FHC, por meio do BNDES, destinou cerca de R$ 10 bilhões para socorrer empresas que assumiram o controle de ex-estatais privatizadas. Quem mais levou dinheiro do banco público que deveria financiar o desenvolvimento econômico e social do Brasil foram as teles e as empresas de distribuição, geração e transmissão de energia. Em uma das diversas operações, o BNDES injetou R$ 686,8 milhões na Telemar, assumindo 25% do controle acionário da empresa.

33 - Crescimento pífio do PIB

Na "Era FHC", a média anual de crescimento da economia brasileira estacionou em pífios 2%, incapaz de gerar os empregos que o País necessita e de impulsionar o setor produtivo. Um dos fatores responsáveis por essa quase estagnação é o elevado déficit em conta-corrente, de 23 bilhões de dólares no acumulado dos últimos 12 meses. Ou seja: devido ao baixo nível da poupança interna, para investir em seu desenvolvimento, o Brasil se tornou extremamente dependente de recursos externos, pelos quais paga cada vez mais caro.

34 – Renúncias no Senado

A disputa política entre o Senador Antônio Carlos Magalhães (PFL-BA) e o Senador Jader Barbalho (PMDB-PA), em torno da presidência do Senado expôs publicamente as divergências da base de sustentação do governo. ACM renunciou ao mandato, sob a acusação de violar o painel eletrônico do Senado na votação que cassou o mandato do senador Luiz Estevão (PMDB-DF). Levou consigo seu cúmplice, o líder do governo, senador José Roberto Arruda (PSDB-DF). Jader Barbalho se elegeu presidente do Senado, com apoio ostensivo de José Serra e do PSDB, mas também acabou por renunciar ao mandato, para evitar a cassação. Pesavam contra ele denúncias de desvio de verbas da Sudam.

35 - Racionamento de energia

A imprevidência do governo FHC e das empresas do setor elétrico gerou o apagão. O povo se mobilizou para abreviar o racionamento de energia. Mesmo assim foi punido. Para compensar supostos prejuízos das empresas, o governo baixou Medida Provisória transferindo a conta do racionamento aos consumidores, que são obrigados a pagar duas novas tarifas em sua conta de luz. O pacote de ajuda às empresas soma R$ 22,5 bilhões.

36 - Assalto ao bolso do consumidor

FHC quer que o seu governo seja lembrado como aquele que deu proteção social ao povo brasileiro. Mas seu governo permitiu a elevação das tarifas públicas bem acima da inflação. Desde o início do plano real até agora, o preço das tarifas telefônicas foi reajustado acima de 580%. Os planos de saúde subiram 460%, o gás de cozinha 390%, os combustíveis 165%, a conta de luz 170% e a tarifa de água 135%. Neste período, a inflação acumulada ficou em 80%.

37 – Explosão da violência

O Brasil é um país cada vez mais violento. E as vítimas, na maioria dos casos, são os jovens. Na última década, o número de assassinatos de jovens de 15 a 24 anos subiu 48%. A Unesco coloca o País em terceiro lugar no ranking dos mais violentos, entre 60 nações pesquisadas. A taxa de homicídios por 100 mil habitantes, na população geral, cresceu 29%. Cerca de 45 mil pessoas são assassinadas anualmente. FHC pouco ou nada fez para dar mais segurança aos brasileiros.

38 – A falácia da Reforma agrária

O governo FHC apresentou ao Brasil e ao mundo números mentirosos sobre a reforma agrária. Na propaganda oficial, espalhou ter assentado 600 mil famílias durante oito anos de reinado. Os números estavam inflados. O governo considerou assentadas famílias que haviam apenas sido inscritas no programa. Alguns assentamentos só existiam no papel. Em vez de reparar a fraude, baixou decreto para oficializar o engodo.

39 - Subserviência internacional

A timidez marcou a política de comércio exterior do governo FHC. Num gesto unilateral, os Estados Unidos sobretaxaram o aço brasileiro. O governo do PSDB foi acanhado nos protestos e hesitou em recorrer à OMC. Por iniciativa do PT, a Câmara aprovou moção de repúdio às barreiras protecionistas. A subserviência é tanta que em visita aos EUA, no início deste ano, o ministro Celso Lafer foi obrigado a tirar os sapatos três vezes e se submeter a revistas feitas por seguranças de aeroportos.

40 – Renda em queda e desemprego em alta

Para o emprego e a renda do trabalhador, a Era FHC pode ser considerada perdida. O governo tucano fez o desemprego bater recordes no País. Na região metropolitana de São Paulo, o índice de desemprego chegou a 20,4% em abril, o que significa que 1,9 milhão de pessoas estão sem trabalhar. O governo FHC promoveu a precarização das condições de trabalho. O rendimento médio dos trabalhadores encolheu nos últimos três anos.

41 - Relações perigosas

Diga-me com quem andas e te direi quem és. Esse ditado revela um pouco as relações suspeitas do presidenciável tucano José Serra com três figuras que estiveram na berlinda nos últimos dias. O economista Ricardo Sérgio de Oliveira, ex-caixa de campanha de Serra e de FHC, é acusado de exercer tráfico de influência quando era diretor do Banco do Brasil e de ter cobrado propina no processo de privatização. Ricardo Sérgio teria ajudado o empresário espanhol Gregório Marin Preciado a obter perdão de uma dívida de R$ 73 milhões junto ao Banco do Brasil. Preciado, casado com uma prima de Serra, foi doador de recursos para a campanha do senador paulista. Outra ligação perigosa é com Vladimir Antonio Rioli, ex-vice-presidente de operações do Banespa e ex-sócio de Serra em empresa de consultoria. Ele teria facilitado uma operação irregular realizada por Ricardo Sérgio para repatriar US$ 3 milhões depositados em bancos nas Ilhas Cayman - paraíso fiscal do Caribe.

42 – Violação aos direitos humanos

Massacres como o de Eldorado do Carajás, no sul do Pará, onde 19 sem-terra foram assassinados pela polícia militar do governo do PSDB em 1996, figuram nos relatórios da Anistia Internacional, que recentemente denunciou o governo FHC de violação aos direitos humanos. A Anistia critica a impunidade e denuncia que polícias e esquadrões da morte vinculados a forças de segurança cometeram numerosos homicídios de civis, inclusive crianças, durante o ano de 2001. A entidade afirma ainda que as práticas generalizadas e sistemáticas de tortura e maus-tratos prevalecem nas prisões.

43 – Correção da tabela do IR

Com fome de leão, o governo congelou por seis anos a tabela do Imposto de Renda. O congelamento aumentou a base de arrecadação do imposto, pois com a inflação acumulada, mesmo os que estavam isentos e não tiveram ganhos salariais, passaram a ser taxados. FHC só corrigiu a tabela em 17,5% depois de muita pressão da opinião pública e após aprovação de projeto pelo Congresso Nacional. Mesmo assim, após vetar o projeto e editar uma Medida Provisória que incorporava parte do que fora aprovado pelo Congresso, aproveitou a oportunidade e aumentou alíquotas de outros tributos.

44 – Intervenção na Previ

FHC aproveitou o dia de estréia do Brasil na Copa do Mundo de 2002 para decretar intervenção na Previ, o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, com patrimônio de R$ 38 bilhões e participação em dezenas de empresas. Com este gesto, afastou seis diretores, inclusive os três eleitos democraticamente pelos funcionários do BB. O ato truculento ocorreu a pedido do banqueiro Daniel Dantas, dono do Opportunitty. Dias antes da intervenção, FHC recebeu Dantas no Palácio Alvorada. O banqueiro, que ameaçou divulgar dossiês comprometedores sobre o processo de privatização, trava queda-de-braço com a Previ para continuar dando as cartas na Brasil Telecom e outras empresas nas quais são sócios.

45 – Barbeiragens do Banco Central

O Banco Central – e não o crescimento de Lula nas pesquisas – tem sido o principal causador de turbulências no mercado financeiro. Ao antecipar de setembro para junho o ajuste nas regras dos fundos de investimento, que perderam R$ 2 bilhões, o BC deixou o mercado em polvorosa. Outro fator de instabilidade foi a decisão de rolar parte da dívida pública estimulando a venda de títulos LFTs de curto prazo e a compra desses mesmos papéis de longo prazo. Isto fez subir de R$ 17,2 bilhões para R$ 30,4 bilhões a concentração de vencimentos da dívida nos primeiros meses de 2003. O dólar e o risco Brasil dispararam. Combinado com os especuladores e o comando da campanha de José Serra, Armínio Fraga não vacilou em jogar a culpa no PT e nas eleições.

NOTA KALANGO: NÓS ELEITORES NÃO ESQUECEMOS NÃO!!!

COMO SEMPRE O PMDB, JOGANDO SUJO!!!

Material do PMDB contra candidato do PCdoB é apreendido


Noticia publicada em 01/10/2010 no Jornal Bom Dia, assinado por José Arnaldo de Oliveira.

Panfletos do PMDB com montagem de recortes de jornais mostrando o candidato a deputado estadual Pedro Bigardi (PCdoB) seria um “ficha suja” foram apreendidos nesta quinta (30) pela polícia no bairro do Retiro com um prestador de serviços da campanha do PSDB.

Bigardi diz que a atitude fere o acordo de eleições limpas firmado pelos candidatos na OAB em 27 de julho. Já para o presidente do PMDB, Armando Fadigatti, a reação é “uma surpresa” e defendeu ser material de campanha com comparação entre candidatos. Mas a médica Silvana Baptista, que concorre pelo partido, não é citada nenhuma vez no material.

NOTA KALANGO: Quero ver o que a coluna opinião dirá sobre isso!!! Essa é a democracia que tanto se defende em Jundiaí!!! Partidos jogando sujo, pois sabem que não conseguirão eleger nenhum de seus candidatos e que o barco já começou a fazer água!!! Existe um ditado que diz: "NÃO HÁ MAL QUE DURE PARA SEMPRE"!!!

Isso não pode ficar dessa forma, onde está a Justiça!!! Parece que na nossa cidade ela é cega mesmo, surda e muda!!!




AS MELHORES PIZZAS SÃO AS DOS POLÍTICOS!!!

Comissão de Ética arquiva processo contra Tuma

Júnior!!!


A Comissão de Ética Pública da Presidência da República decidiu arquivar o processo aberto contra Romeu Tuma Júnior, ex-secretário Nacional de Justiça. Tuma Jr. teve sua conduta investigada após ter seu nome ligado ao empresário chinês Paulo Li, que em setembro de 2009 foi denunciado por importação ilegal de celulares e preso pela Polícia Federal. As denúncias culminaram com a sua demissão do cargo em junho. As informações são do jornal O Globo.

A decisão foi tomada em reunião da comissão no dia 17 de setembro. Segundo Tuma Jr., a comissão acatou parecer do relator do processo, Humberto Gomes de Barros, de que "nenhum dos deslizes éticos apontados foi comprovado". Ainda de acordo com o ex-secretário, Gomes de Barros disse no parecer que "o acusado não merece qualquer das sanções cominadas pelo Código de Conduta (Ética da Alta Administração)"


NOTA KALANGO: E ALGUÉM ESPERA ALGUMA OUTRA COISA EM SE TRATANDO DE POLÍTICOS??? A TEIA É GRANDE!!!

E A FARRA DA POLÍTICA CONTINUA!!!

O palhaço Tiririca continua na ativa, e estimasse que consiga 1 milhão de votos!!! Um milhão de votos para um incapacitado, um milhão de eleitores ignorantes que não se preocupam com o futuro, um milhão de brasileiros que continuarão a viver na miséria e aplaudirão isso!!! Quem se beneficia com isso???? O presidente do PR e alguns outros incapacitados que serão arrastados pela quantidade de votos!!! Ele será o palhaço ou somos nós???

Sr. Roriz, macaco velho de política, saiu mas colocou sua esposa, como acontece em Jarinu, onde quem manda é o marido, ex prefeito, hoje vice, e seu cunhado presidente da câmara!!! E o povo??? O povo!!! Esse que se dane!!!

O investigado por ligações com o PCC Ney Santos, aliás elogiado pelo ex governador Geraldo Alckimin, que deixou essa facção criminosa tomar conta de São Paulo por sua incapacidade, também continua a toda na rua pedindo votos, e como o povo é miserável, se vende por alguns trocados, mesmo sabendo que seu filho pode ser a próxima vítima, atraída por uma vida fácil!!!

O povo acha lindo o bandido crescendo na vida, mesmo que isso tenha custado algumas vidas, por homicídio ou por overdose!!! O povo não tem mais moral, não há mais valores!!!

São tantas as insanidades que os candidatos propõe para iludir o povo, que eles mesmo devem dar risadas após suas falas!!!

Deveria haver no máximo 3 partidos políticos em nosso país!!! Mas não, há cada ano aparece um novo partido se dizendo o salvador da pátria!!! Mas se são eles mesmo que a afundam, o que querem???

Onde está nossa Justiça??? Não há!!! Podemos ver isso pelo Amapá, onde até o presidente do tribunal de contas, possuía avião!!!

A cada eleição vemos os tipos de pessoas que buscam o poder, sempre na sua maioria pessoas que tiveram algum momento de fama e não sabem fazer qualquer outra coisa, e querem de maneira fácil se dar bem na vida, pessoas sem qualquer respeito ou vinculo com o próximo!!!

Com uma população que não se preocupa com o futuro de seus filhos, que para eles basta no final de semana uma festa, e que o dinheiro que ganham dá para sobreviver, o que podemos esperar???

O imoralidade está sendo transmitida como uma coisa usual, e em breve não haverá mais valores!!! E que fim nos teremos???

NEY SANTOS E SUAS ÁREAS DE VOTOS!!!

Estive verificando e os locais onde há publicidade e cabos eleitorais do Ney Santos, são regiões periféricas carentes com um bom grau de violência!!!
São as seguintes: Embu, Cotia, Itapecirica da Serra, Juquitiba, São Lourenço da Serra, Franco da Rocha, Francisco Morato e pasmem Cajamar, mais precisamente na região de um conjunto habitacional de prédios que sai da Máximo Zambotto (Jordanésia), lembrando que nessa área envolvendo a rod. Anhanguera, existe um grande tráfico de drogas, com motoqueiros se passando por moto boys, que servem os caminhoneiros que por ali passam e devido a sistema de GPS não podem parar, esses motoqueiros emparelham com os caminhões e servem seus motorista e ajudantes!!! Se esses caminhões não podem parar, como sabem que ali existe esse esquema???
Coincidências??? Eu diria que não!!!

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

ATÉ MEU BLOG FALSIFICARAM???

Gostaria de deixar claro a meus amigos e até inimigos que lê meu blog, que estão usando meu nome para assinar post em outros blogs, como se fosse eu que os tivesse escrito!!!
Meu blog se destina exclusivamente a matérias e críticas sobre a política de Jundiaí e para os espertalhões que a dizem fazer!!!
Não me interesso por assuntos que não estejam envolvidos com esses temas, pois não cabe eu julgar e nem analisar as situações!!!
O que posto aqui, são fatos de conhecimento de várias pessoas!!!
As pessoas que fazem isso, querem tirar minha credibilidade, visto que mesmo tendo um"nik" tanto quanto exótico, minhas matérias tem conteúdo, credibilidade e não são ofensivas!!!
Para evitar que meu blog continue a ser copiado, não mais postarei em qualquer outro blog!!!
Dessa forma se houver algo com meu nome será alguém tentando denegrir a imagem do meu blog!!!

CPFL RESPONDE SOBRE TENTATIVA DE ENGODO PRATICADA POR POLÍTICOS LOCAIS!!!



Prezado Sr. Kalango Doido,


Em atenção ao seu e-mail, informamos que a ANEEL estabelece que as concessionárias de energia elétrica devem investir 1% de sua receita em programas de eficiência energética e um dos programas que a CPFL tem é o Rede Comunidade. A partir de Abril de 2006 a ANEEL reconheceu este programa como parte das ações de eficiência energética.

Informamos que a Rede Comunidade é um Programa elaborado para regularizar áreas de ocupação com ligações clandestinas. O Programa permite a inclusão de cidadãos com perfil de Baixa Renda à nossa base de clientes. Enquadra-se neste programa as ligações monofásicas.

Esclarecemos que esse Programa não está vinculado a nenhum partido político e/ou candidato, é divulgado através de visitas e esclarecimentos nas Associações de Amigos de Bairros, palestras com apoio de assistentes sociais, etc.

A divulgação e o cadastramento são feitos junto aos moradores das áreas de ocupação são realizados por uma Empresa Contratada pela CPFL. Esta Empresa também presta esclarecimentos sobre o uso racional de energia e padrões de entrada.

Ressaltamos que o cadastramento é realizado nas áreas de ocupação que foram liberadas pelo Poder Público pela empresa responsável da sua área de concessão.

Pelo Programa rede comunidade a CPFL instala o padrão de entrada gratuitamente.

Dentro do Programa Rede Comunidade da CPFL, estão incluídos: Entrega de Chuveiros, Entrega de Geladeira; Entrega de Lâmpadas dentre outros. Segue alguns critérios para o recebimento desses benefícios:

O cliente é visitado por um pesquisador, que faz o diagnóstico da Unidade Consumidora.

Entrega de chuveiro quando do o cliente apresentar um chuveiro com potência superior a 3.000 Watts e desejar trocá-lo por um novo e eficiente, o cadastrador registra em sua ficha e repassa essa informação para a CPFL. Se o cliente não é encontrado, a empresa retorna ao local em dias e horários alternativos. Para a entrega o prazo mínimo é de 4 meses, é assinado um contrato, e o antigo chuveiro é retirado e reciclado.

Entrega de geladeira, quando o cliente apresentar uma geladeira em mal estado de funcionamento, e desejar trocá-la por uma nova, o cliente assina um contrato e é colocado um selo em sua geladeira antiga. Se o cliente for contemplado, é entregue a nova geladeira e retirada a antiga que será reciclada, cujo prazo mínimo para a entrega é de cinco meses. O cliente será visitado por até três vezes, e se após essas três tentativas não for possível entregar a geladeira por ausência ou por outros motivos, o cliente perde direito a troca.

O cliente é então informado que a CPFL fará avaliação e selecionará os endereços para entrega, porém isso não significa que há garantia de recebimento.

Os critérios são os seguintes:

- a ligação deve ser monofásica
- o bairro onde se encontra a residência deve estar indicado por órgãos municipais como formados por população de baixa renda e de interesse social.
- o cliente não pode apresentar contas vencidas, ou ter no máximo 3 contas vencidas somando até R$100,00 de dívida.
- o cliente com dívidas superiores a esses limites pode procurar negociação com critérios sociais, procurando os dias e locais indicados no momento do diagnóstico.
- o cliente que parcelar suas dívidas poderá ser selecionado para a entrega dos chuveiros e das geladeiras.

Entrega de lâmpadas, os critérios para a entrega das lâmpadas são os seguintes:

- a ligação deve ser monofásica
- o bairro onde se encontra a residência deve estar indicado por órgãos municipais como formados por população de baixa renda e de interesse social.

As lâmpadas são entregues porta-a-porta, em um kit com 3 unidades (fluorescentes compactas) e um manual de uso racional de energia.

O cliente deve entregar 3 lâmpadas incandescentes no momento da entrega, para troca. Quando o cliente não é encontrado, a empresa retorna ao local em dias e horários alternativos. As lâmpadas antigas são retiradas e recicladas e é assinado apenas um recibo.

Agradecemos seu contato.

Aproveite para conhecer o novo canal de relacionamento da CPFL para você informar falta de energia. Rápido, fácil e gratuito. Link:http://www.cpfl.com.br/SMSCenter



NOTA KALANGO DOIDO: Da forma como foi feito, o irmãozinho Zé Dias puxou os méritos para si desse programa que é um PROGRAMA FEDERAL, SEM QUALQUER VÍNCULO COM POLÍTICO!!! O procedimento do programa está bem especificado, e em momento algum ocorreu dessa forma! As entregas das lâmpadas foram feitas pelos assessores do irmãozinho Zé Dias, que se passaram por funcionários da CPFL, visto que os denunciantes os reconheceram!!!

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

PRA QUE SERVEM AS FAIXAS DE PEDESTRES DA AV. JUNDIAÍ???










Andando pela Av. Jundiaí, pude notar a "instalação" de duas faixas para travessia de pedestres em lugares que ao invés de ajudar prejudicam!!!

A primeira e segunda foto se refere à faixa pintada na frente dos bancos Santander e Banco do Brasil, notem que não há passagem no canteiro central, fazendo com que o pedestre tenha de sair no leito carroçável indo pra sua esquerda, para localizar uma passagem cimentada no canteiro central, ou então terá de atravessar sobre a terra e grama, destruindo essa, além do incomodo de em dias de chuvas se sujar de barro!!!

A terceira e quarta foto, se refere a que está pintada na frente do Parque da Uva!!! O pedestre ao atravessar sobre a faixa irá parar no meio de uma ilha de plantas no canteiro central, local onde não há como passar, tendo o pedestre de sair no leito carroçável para desviar até um local onde seja possível a travessia, mas mesmo assim terá de atravessar sobre a terra ou grama, destruindo essa e novamente em dias de chuvas se sujando!!!

Notem também que do lado esquerdo, na segunda, há um trecho cimentado no canteiro central, esse deveria ser quebrado, plantado vegetação e onde está a faixa na grama cimentado!!! Pois entendo que a faixa não poderia ser pintada naquele local, visto que atrapalharia as vagas de veículos de ambos os lados da avenida!!!

Mesmo que o pedestre se desvie para localizar um local adequado no canteiro central, o não ocorre nas duas ultimas fotos, quando se chega do outro lado do canteiro, não haverá faixa, fazendo com que ele novamente tenha de andar pelo leito carroçável até a faixa ou infringir a lei, atravessando em local sem faixa!!! Não sei o que é pior!!!

Essas situações ocorrem por má gestão e incapacidade dos que atuam na prefeitura na área responsável por esses serviços, pois é inadmissível tais erros primários!!!

Será que os responsáveis por esses erros irão assumir a culpa e corrigí-los??? Ou a população novamente será ignorada???










terça-feira, 28 de setembro de 2010

O PSDB SEMPRE FOI UMA FARSA!!!

Abaixo transcrevo matéria do blog Conversa Afiada, para mostrar que FHC caiu de pára quedas na presidência do Brasil, mas antes disse lembro o seguinte:

Ao assumir seu segundo mandato em 98, logo de início, FHC quase faliu o país com a desvalorização do REAL em relação ao Dólar!!! Levou ao extremo o tempo para desvalorizar o REAL, a fim de não perder a reeleição!!! O mercado parou de forma abrupta!!! Isso demonstra que todo seu primeiro mandato, a economia viveu maquiada, que os ganhos não existiam e que o país vivia sobre uma fina linha de crise!!! O dinheiro que deveria ser injetado em nossa economia com as vendas das estatais, não ocorreu, pois para que seus financiadores de campanha e amigos se tornassem os proprietários, a maior parte do dinheiro saiu do governo através do BNDES, então foi muito fácil se comprar estatais, pois não houve a necessidade de se ter dinheiro!!! Mais uma farsa criada pelo governo PSDB!!!

O Conversa Afiada reproduz trecho da entrevista que Itamar Franco concedeu a Mauro Santayana no Jornal do Brasil deste domingo.



Ajuda a reduzir o Farol de Alexandria às devidas proporções.


E explica por que o PiG (*) tratou o grande presidente Itamar Franco tão mal.


(Como diz o Conversa Afiada, não fosse o PiG (*), esses tucanos de São Paulo não passavam de Resende.)


Entrevista: Itamar Franco e o poder da simplicidade


Mauro Santayana, Jornal do Brasil


BRASÍLIA – Quando assumiu a Presidência da República, durante o afastamento compulsório do titular, Fernando Collor – que seria definitivo meses depois, com o impeachment – Itamar Franco surpreendeu as elites, representadas pelos principais veículos de comunicação do país. Seu ministério foi tachado de “governo de compadres”, e “República do Pão de Queijo”. A resposta de Itamar foi uma pergunta, quase inocente: “As pessoas simples não podem governar?”.


Meses depois, o senador Antonio Carlos Magalhães pediu-lhe uma audiência. Queria fazer “graves revelações” contra Jutahy Magalhães Júnior, seu ex-aliado e então desafeto na Bahia, que ocupava o cargo de ministro de Bem-estar Social. Ao ser introduzido no gabinete, na hora marcada, Antonio Carlos encontrou todos os jornalistas credenciados no Planalto, com seus fotógrafos e as câmeras de televisão. Diante do espanto e constrangimento do Senador, Itamar explicou:


– Como o senhor me disse que faria uma denúncia, achei conveniente que a fizesse à nação inteira. O senhor pode apresentá-la diretamente aos jornalistas.


Modéstia


Antonio Carlos engoliu em seco. Seu “dossiê” era constituído de recortes de jornais, que nada provavam contra Jutahy. Ao minimizar a importância do episódio, que alguns atribuíram à sua astúcia de mineiro, Itamar confessou, modesto:


– Eu, astuto? Eu sou até meio bobo.


A República do Pão de Queijo pode ter sido, para o desdém de seus críticos, a república do pão, pão; queijo, queijo; orientada pelo pensamento óbvio, pelo senso comum. Mas é provável que Itamar tenha sido realmente ingênuo, ao deslumbrar-se pela retórica professoral do sociólogo Fernando Henrique Cardoso e fazer dele seu sucessor. Itamar relembra o episódio:


– O nome de Fernando Henrique surgiu por exclusão. Diante da pressão dos fatos, que me levaram a aceitar a demissão do ministro Eliseu Resende, desloquei Fernando Henrique do ministério de Relações Exteriores e o nomeei para a Fazenda. A partir de então, seu protagonismo foi natural. Mas, naquele momento, eu pensava, e pensava firmemente, em dar a José Aparecido de Oliveira visibilidade que o credenciasse à sucessão. Aparecido – tal como hoje ocorre ao presidente Lula – se revelara excepcional diplomata, à frente de nossa embaixada em Lisboa. Coube-lhe articular, com grande sacrifício pessoal, a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa. Teve que vencer a resistência de certos setores lusitanos, que não queriam dividir, com o Brasil, a influência sobre as suas antigas colônias. Com o apoio de Mário Soares, Aparecido partiu para a segunda etapa: a de convencer os novos países que podiam confiar na CPLP, porque a presença brasileira neutralizava a suspeita, natural, de que a instituição viesse a ser instrumento de novo colonialismo. Foi assim que, sem linhas aéreas regulares, que lhe possibilitassem as viagens sucessivas e rápidas pelo continente africano, Aparecido teve que se deslocar de um país para outro em aviões monomotores. O Brasil deve também ao Aparecido a oportunidade de hoje estar presente na Ásia: ele nos revelou a existência de Timor-Leste e incluiu essa realidade em nossa política externa. Eu não tive dúvida em convidá-lo para ocupar a Secretaria de Estado. Os elitistas do Itamaraty se levantaram contra a indicação, mas eu não recuaria. Quem recuou foi o próprio Aparecido, e com razões ponderáveis: estava enfermo, sujeito a uma cirurgia arriscada e, com sua sensibilidade, entendeu que não teria condições para ocupar o cargo. Foi então que – e mais uma vez eu lhe louvo a perspicácia diplomática – ele me sugeriu o nome do embaixador Celso Amorim. Acatei, com prazer, a sugestão. Em primeiro lugar porque, não podendo contar com Aparecido, era mais razoável que me valesse de um quadro do Itamaraty, para servir-me no curto mandato que me restava. Além da recomendação de Aparecido, tive outras referências que confortaram a minha escolha. Quanto à sucessão, o nome de Aparecido se tornou inviável pela enfermidade. Optei então pelo jornalista Antonio Brito, que se destacara como ministro da Previdência e estava à frente das pesquisas. Brito declinou: era muito jovem, e preferia governar o Rio Grande do Sul. Fernando Henrique era a terceira opção.


Em tempo: no post “Itamar: FHC e Serra são dois impostores”, o Conversa Afiada se referiu a uma entrevista de Itamar Franco ao jornal Gazeta Mercantil:



. Itamar faz duas revelações sensacionais.


. Fernando Henrique Cardoso “ … já não era mais ministro (da Fazenda do Governo Itamar) e, mesmo assim, assinou cédulas (do Real). É a primeira vez que estou revelando isso. Isso é grave porque só poderia ter assinado a cédula o Ministro Ricupero (que substituiu FHC). … (FHC) sabia que sem o autógrafo, sem ele na cédula do Real (lançado no Governo Itamar) não ganharia (a eleição).”


. Como se sabe, o PIG diz que FHC foi o Pai do Real.


. E não tinha contado que FHC assinava a cédula do Real mesmo depois de sair do Ministério para ser candidato a Presidente.


. Itamar diz à Gazeta que se arrepende de ter lançado FHC candidato.


. Outro impostor: José Serra, que espalha aos quatro ventos que criou a Lei dos (Remédios) Genéricos.


. Diz a Gazeta: “ (Itamar) também se mostra indignado pelo fato de os tucanos afirmarem que são os pais da lei que criou os genéricos. Sobre o episódio, (Itamar) relata o que conversou com Jamil Haddad, ex-ministro da Saúde, durante sua gestão: ‘Ninguém me escuta, Jamil. Não sou mais nada. Você, como presidente do PSB, é uma autoridade e poderá afirmar que nós criamos a lei dos genéricos’.”


EM ALAGOAS OU EM JUNDIAÍ, O QUE MUDA SÃO AS MOSCAS!!!

Ministério Público pede cassação de candidatura de Collor por suposta fraude em pesquisa


O MPE (Ministério Público Eleitoral) pediu nesta terça-feira (28) a cassação do registro da candidatura de Fernando Collor de Mello (PTB) ao governo do Estado de Alagoas, sob alegação da prática de “abuso de poder econômico” e “utilização indevida de meios de comunicação social consistente na realização de pesquisa eleitoral fraudulenta”. A ação pede ainda a inelegibilidade do senador pelo prazo de oito anos.

A pesquisa foi feita pelo Gape (Gazeta Pesquisa) e divulgada pelo jornal "Gazeta de Alagoas", ambos da OAM (Organização Arnon de Mello), de propriedade da família Collor. Para o MPE, houve fraude na escolha da representação dos eleitores entrevistados, a fim de beneficiar o ex-presidente da República.

A ação é resultado das investigações de um inquérito civil público, instaurado para analisar a disparidade entre os resultados das pesquisas do Gape e do Ibope, divulgadas no dia 24 de agosto.

De acordo com a pesquisa do Gape, Collor lideraria a disputa pelo governo com 38% das intenções de voto, enquanto o Ibope colocou o ex-presidente com 28%, empatado tecnicamente com Ronaldo Lessa (PDT), com 29%. Segundo o Gape, Lessa teria 26%.

Após analisar os 1.055 formulários com as entrevistas, o MPE concluiu que a pesquisa do Gape “não representou fielmente o eleitorado alagoano”.

Segundo a investigação, houve deturpação no número de eleitores que ganham até um salário mínimo com “o claro fim de se beneficiar o candidato”.

Para o MPE, “essa faixa da população é a que tem maior peso na pesquisa e nela o candidato Fernando Collor tem excelente desempenho, com 41% da preferência, contra 20% de Ronaldo Lessa e 18% de Teotonio Vilela”.

O procurador eleitoral Rodrigo Tenório ainda afirmou que o jornal "Gazeta de Alagoas" teria induzido ao erro os leitores ao apontar que Lessa e Collor estavam empatados técnicamente, segundo o Ibope, excluindo da manchete o nome do governador Teotonio Vilela Filho (PSDB), que também estaria em igualdade.

"Além de atrair os eleitores que optam pelo voto útil, a pesquisa tem grande influência no financiamento da campanha. Por óbvio, os grandes financiadores procurarão os candidatos com maiores chances de ganhar", afirmou Rodrigo Tenório, em nota do MPE.

Outro lado

O assessor jurídico da coligação de Collor, advogado Fábio Ferrário, afirmou que ainda não havia sido notificado oficialmente da ação e que só poderia se pronunciar quando tivesse conhecimento do teor da denúncia.

O diretor-executivo da OAM, Luiz Amorim, rebateu as denúncias do MPE e afirmou que a empresa não manipula pesquisas ou informações. “Todas as nossas pesquisas são feitas com base em dados de estatísticos da Universidade Federal de Alagoas. São pessoas idôneas, profissionais reconhecidos no Estado. Não há nenhum tipo de manipulação e reitero: temos confiança total nos nossos dados. Estamos completamente tranquilos quanto a esse questionamento”, afirmou.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Serra pode ser "humilhado" nas urnas, diz jornal espanhol

Uma reportagem na edição desta segunda-feira do jornal espanhol El País afirma que o candidato à presidência pelo PSDB, José Serra, conduziu uma campanha eleitoral "suave" e "totalmente errada" e que o político corre o risco de sofrer uma "derrota humilhante" nas urnas.

No texto intitulado "A surpreendente queda de José Serra", a enviada especial do El País a São Paulo, Soledad Gallego-Díaz, escreve que competir com a herdeira política do presidente Lula, Dilma Rousseff (PT), sempre foi uma "tarefa difícil", mas que Serra complicou sua situação por cometer muitos erros e passou de "grande favorito a futuro grande perdedor".

"Serra, de 68 anos, o bem-sucedido governador de São Paulo que passou toda sua vida se preparando para este dia e este cargo, pode enfrentar agora não só um fracasso eleitoral, como o fim de toda a sua carreira política", escreve a correspondente.

A reportagem do El País lista algumas das críticas à campanha de Serra que partiram de dentro do próprio PSDB. Segundo o jornal, o governador teria adotado uma campanha "suave" e "totalmente errada", evitando fazer oposição direta e críticas mais duras ao "presidente mais popular da história".

Serra inclusive chegou a usar a imagem de Lula em seus programas eleitorais. O jornal afirma que Serra é criticado por tentar se mostrar como "o verdadeiro herdeiro político de Lula", em vez de utilizar o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso na sua campanha.

O jornal também critica o primeiro slogan da campanha de Serra - "O Brasil pode mais" - considerado neutro demais. O El País afirma que alguns dirigentes do PSDB estão mais preocupados com o resultado da campanha eleitoral para os governos de Minas Gerais e São Paulo, com as candidaturas de Antonio Anastasia e Geraldo Alckmin.

Já a campanha de Serra concentra seus esforços nos últimos dias de campanha para tentar ganhar fôlego com os escândalos que levaram à demissão da ministra da Casa Civil, Erenice Guerra, auxiliar próxima de Dilma Rousseff na época em que a petista era ministra.

by Terra.